Avaliação, prescrição, orientação individualizada de exercícios físicos e estimulação cognitiva para idosos e grupos especiais

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Sedentarismo e Envelhecimento

Com o passar dos anos o envelhecimento está associado à perda de massa muscular com redução da força muscular, da massa óssea, da flexibilidade e da função pulmonar entre outros aspectos. Por isso, os adultos mais velhos são considerados um grupo de risco para o sedentarismo.

Nos idosos o sedentarismo acaba sendo mais comum principalmente pelos hábitos modernos e é considerado perigoso para a ocorrência de situações como a obstrução das artérias do coração por placas de gordura e alterações na capacidade de realizar atividades físicas do dia a dia.

O exercício físico melhora a qualidade do sono, função cognitiva (mental) e memória de curto prazo, diminui o grau de depressão, reduz ou atrasa o aparecimento de demência, reduz o risco de câncer de cólon, mama, próstata e reto, aumenta a densidade óssea e diminui o aparecimento de fraturas de fêmur e vértebras.

Existem várias propostas que podem ser adotadas para atingir o índice mínimo de atividade física, que, segundo a Organização Mundial da Saúde, é de 30 minutos por dia, contínuos ou intervalados, em intensidade moderada, cinco vezes por semana. Atividades simples do cotidiano como subir e descer escadas, passear com o cachorro, cuidar do jardim, ir aos lugares a pé, deveriam ser estimuladas. Não importa que atividade você escolha, ela pode ser feita toda de uma vez, ou dividida em duas ou três partes durante o dia. Mesmo 10 minutos de uma sessão de atividade são contabilizados no total de exercícios diário.

Lembre-se também que é importante consultar seu médico, antes de iniciar o programa de exercícios.


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