Avaliação, prescrição, orientação individualizada de exercícios físicos e estimulação cognitiva para idosos e grupos especiais

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Transtorno Afetivo Bipolar

O Transtorno Afetivo Bipolar é um dos mais prevalentes e graves transtornos psiquiátricos.

O efeito do exercício físico, considerado subjetivo envolve: maior autoconfiança, sensação de auto avaliação, segurança no dia-a-dia e sono melhor. Nos momentos de depressão, apresenta uma sintomatologia intensa, que inclui: baixa autoestima, crises compulsivas de choro, sentimento de incapacidade, angústia e desesperança, ideia de culpa, ruína, insegurança, desânimo, apatia e fraqueza; além de alterações somáticas que abrangem: o sono, o apetite, a atividade psicomotora, e a função sexual. Indivíduos deprimidos são incomodados pela dor psíquica e pelo desconforto somático, eles geralmente apresentam uma diminuição da capacidade de executar tarefas rotineiras e atividades da vida diária, perda de autocontrole, percepção de falta de incentivo para viver, frustração de gratificações e exposição a estresse de forma continuada, além de encurtamento da vida em função de doenças somáticas relacionadas à depressão.

Já o quadro maníaco é determinado por afeto expansivo, eufórico ou irritável, além de aceleração do pensamento com fuga de ideias, autoestima inflada e necessidade de sono diminuída. Um grande número explanações cognitivas têm sido propostas para explicar os efeitos do exercício físico em uma das variáveis apresentadas pelo portador bipolar, denominada ansiedade.

Evidências científicas indicam que o exercício físico atua no sistema serotoninérgico e que durante a prática haveriam mudanças nos níveis de neurotransmissão, afetando o comportamento afetivo, motor, percepção sensorial e a integração sensoriomotora.

O exercício físico, por meio do mecanismo biológico, pode atuar como um psicoestimulante leve e antidepressivo. Estas modificações levam a melhora dos sintomas depressivos, alívio da dor, diminuição da hipertonia muscular, e redução do potencial de atividade do músculo em repouso-relaxamento. A melhora da depressão, por meio desse mecanismo, está associada às melhoras na aptidão física. Quanto ao mecanismo psicológico, os efeitos dos exercícios são associados positivamente à percepção do sentimento de capacitação e valorização individual (autossuficiência, autoeficácia, autocontrole, autoconceito e autoestima), à distração e ao desempenho cognitivo.

Nosso trabalho de exercícios visa o acompanhamento individualizado e a inclusão de relatórios periódicos ao psiquiatra responsável, afim de informar as evoluções e possíveis alterações no programa de intervenção.


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